Oratório São José

SÃO SABINO E SEUS COMPANHEIROS (30/12)

Santo do dia

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SÃO SABINO E SEUS COMPANHEIROS, MÁRTIRES

Contra os ídolos – Segundo a legenda, Sabino, que várias cidades italianas reivindicam como seu bispo, foi preso junto com vários membros do seu clero durante a perseguição de Diocleciano. Todos os presos compareceram perante Venustiano, o governador da Etrúria, que ordenou que uma estatueta de Júpiter fosse trazida para Sabino adorar. Mas o bispo jogou a imagem no chão e a quebrou em pedaços, então o governador ordenou que suas duas mãos fossem cortadas. Dois de seus diáconos, chamados Marcelo e Exuperâncio, também fizeram uma corajosa confissão de fé, que os levou a serem pendurados pelos pulsos em estacas e chicoteados até morrerem. O Bispo Sabino foi devolvido à prisão e os corpos dos dois diáconos foram enterrados em Assis.

A criança cega – Uma viúva, chamada Serena, entrou na prisão com o último dos filhos, uma criança cega, para que Sabino pudesse tocá-lo. O mártir o abençoou com o coto do braço direito e, imediatamente, a criatura recuperou a visão. Depois desse prodígio, muitos dos que estavam presos com o bispo pediram o batismo. Afirma-se que não demorou muito para que até o governador Venustiano, que sofria de uma doença ocular, se convertesse ao cristianismo e mais tarde ele, sua esposa e filhos sacrificassem suas vidas por Cristo.

Mártirio – São Sabino foi transferido para Espoleto e lá o espancaram até a morte. Seus restos mortais foram enterrados a pouco mais de um quilômetro daquela cidade. São Gregório Magno fala de uma capela construída em homenagem a este mártir, perto de Fermo, e pede a Crisanto, bispo de Espoleto, que lhe envie algumas relíquias de São Sabino para a sua igreja. Este mártir e seus companheiros são comemorados na data de hoje no Martirológio Romano, que também menciona no dia 11 de dezembro outro São Sabino, bispo de Piacenza durante o século IV. Era um homem de tanta sabedoria e de tão grande virtude que Santo Ambrósio lhe enviava os seus escritos para que os criticasse e aprovasse antes de os publicar.

(BUTLER Alban de, Vida de los Santos: vol. IV, ano 1965, p. 649)

 

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