Oratório São José

O Oratório São José é um Apostolado Externo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, criada em 2002 por São João Paulo II, com sede em Campos dos Goytacazes-RJ. Reconhecida como circunscrição eclesiástica, preserva a liturgia e disciplina da Igreja conforme o Rito Romano de 1962. Além do território da Diocese de Campos, atua em outras dioceses com autorização dos bispos locais, assistindo aos fiéis que desejam este rito em união com a Igreja. A Administração é marcada pelo amor à Missa tradicional e fidelidade ao Papa. O atual Administrador Apostólico é Sua Exa. Dom Fernando Arêas Rifan.


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      ⚜️ Intenções de oração nas Adorações do Santíssimo Sacramento toda quinta-feira.
      ⚜️ Inclusão nas intenções das Missas dominicais.

      ⚜️ Missa especial toda quarta-feira pelos doadores.
      ⚜️ Nome na placa de agradecimento na futura construção.

 


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30 de setembro de 20260:00 ANO VII / Nº 80 Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney em Belo Horizonte PROGRAMAÇÃO OUTUBRO 2026 MÊS DO SANTO ROSÁRIO   DIA 1 – QUINTA-FEIRA: Santa Teresinha do Menino Jesus, Virgem 1ª Quinta-feira 6h – Santa Missa no Oratório São José. 18h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 19h – Santa Missa, Bênção e distribuição das Rosas (não precisa trazer rosas), na Capela NSra. do Líbano.   DIA 2 – SEXTA-FEIRA: Santos Anjos da Guarda 1ª Sexta-feira 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões e Orações em reparação ao Sagrado Coração de Jesus na Capela NSra. do Líbano. 19h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano.   DIA 3 – SÁBADO: Santos André de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro e Companheiros, Mártires 1º Sábado Na Diocese de Divinópolis: Itaúna 9h – Confissões na igreja NSra. do Rosário. 9h30 – Santo Terço e Ladainha. 10h – Santa Missa na igreja NSra. do Rosário. Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 16h – Casamento. 18h – Confissões e Orações em desagravo ao Imaculado Coração de Maria na Capela NSra. do Líbano. 19h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano.   DIA 4 – DOMINGO: SOLENIDADE EXTERNA DE NOSSSA SENHORA DO ROSÁRIO Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 7h – Santo Rosário, Ladainha e Confissões na Capela NSra. do Líbano. 8h – Santa Missa Cantada na Capela NSra. do Líbano. 17h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 18h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. Na Arquidiocese de Mariana: Itaverava 16h – Confissões na Capela São Geraldo. 16h30 – Santo Terço e Ladainha na Capela São Geraldo. 17h – Santa Missa na Capela São Geraldo.   DIA 5 – SEGUNDA-FEIRA: Féria 18h30 – Ofício das Almas no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 6 – TERÇA-FEIRA: São Bruno, Confessor 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 7 – QUARTA-FEIRA: Nossa Senhora do Rosário 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 18h30 – Ofício de São José no Oratório. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 8 – QUINTA-FEIRA: Santa Brígida, Viúva 15h-18h40 – Adoração do Santíssimo e Confissões no Oratório São José. 18h45 – Bênção do Santíssimo Sacramento. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 9 – SEXTA-FEIRA: São João Leonardi, Confessor 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 10 – SÁBADO: São Francisco de Bórgia, Confessor Na Diocese de Divinópolis: Divinópolis 9h – Confissões na igreja NSra. do Carmo. 9h30 – Santo Terço e Ladainha. 10h – Santa Missa na igreja NSra. do Carmo. Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 11h – Casamento. 16h – Reunião do Apostolado da Oração no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 11 – DOMINGO: XX DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 7h – Santo Rosário, Ladainha e Confissões na Capela NSra. do Líbano. 8h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. 9h20-9h40 – Café. 9h45-10h45 – Catequese por turmas. 9h45 – Catequese batismal para Pais e Padrinhos no Oratório São José (inscrição na Secretaria do OSJ). 17h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 18h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. Na Arquidiocese de Mariana: Barbacena 16h – Confissões na igreja NSra. do Rosário. 16h30 – Santo Terço e Ladainha na igreja NSra. do Rosário. 17h – Santa Missa na igreja NSra. do Rosário.   DIA 12 – SEGUNDA-FEIRA: NOSSA SENHORA APARECIDA 7h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 8h – Santa Missa Cantada e bênção das crianças na Capela NSra. do Líbano. Recesso da Secretaria.   DIA 13 – TERÇA-FEIRA: Santo Eduardo, Rei e Confessor 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Recesso da Secretaria.   DIA 14 – QUARTA-FEIRA: São Calisto I, Papa e Mártir 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 18h30 – Ofício de São José no Oratório. 19h – Santa Missa no Oratório São José. 1º dia do Tríduo de Santa Margarida M. Alacoque. Recesso da Secretaria.   DIA 15 – QUINTA-FEIRA: Santa Teresa, Virgem e Doutora 6h – Santa Missa no Oratório São José. 15h-18h40 – Adoração do Santíssimo e Confissões no Oratório São José. 18h45 – Bênção do Santíssimo Sacramento. 19h – Santa Missa no Oratório São José. 2º dia do Tríduo de Santa Margarida M. Alacoque.   DIA 16 – SEXTA-FEIRA: Santa Edwigis, Viúva 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José. 3º dia do Tríduo de Santa Margarida M. Alacoque.   NOTA: Neste fim de semana a Comunidade Maronita estará em festa com a visita do seu Bispo, Dom Edigar, e pela ordenação sacerdotal do Diácono André. Por isso, sábado e domingo a capela estará por conta destes eventos. Nossa Comunidade do Oratório São José é convidada a participar especialmente no domingo de uma das duas Missas dispostas na programação abaixo.   DIA 17 – SÁBADO: Santa Margarida Maria Alacoque, Virgem Na Diocese de Divinópolis: Itaúna 9h – Confissões na igreja NSra. do Rosário. 9h30 – Santo Terço e Ladainha. 10h – Santa Missa na igreja NSra. do Rosário. Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 16h – Reunião da Congregação Mariana no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 18 – DOMINGO: XXI DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 7h – Santa Missa no Oratório São José (Confissões durante a Missa). Nossa Comunidade do Oratório São José é convidada a participar especialmente hoje de uma das duas Missas seguintes: 10h30 – Santa Missa Maronita de Ordenação do Diácono André na Capela NSra. do Líbano. 19h30 – Primeira Santa Missa Maronita do Padre André na Capela NSra. do Líbano. Na Arquidiocese de Mariana: Itaverava 16h – Confissões na Capela São Geraldo. 16h30 – Santo Terço e Ladainha na Capela São Geraldo. 17h – Santa Missa na Capela São Geraldo.   DIA 19 – SEGUNDA-FEIRA: São Pedro de Alcântara, Confessor Reunião do Clero da Administração Apostólica: – Não haverá atendimento dos Padres. – A Secretaria atenderá normalmente.   DIA 20 – TERÇA-FEIRA: São João Câncio, Confessor Reunião do Clero da Administração Apostólica: – Não haverá atendimento dos Padres. – A Secretaria atenderá normalmente.   DIA 21 – QUARTA-FEIRA: Féria Reunião do Clero da Administração Apostólica: – Não haverá atendimento dos Padres. – A Secretaria atenderá normalmente.   DIA 22 – QUINTA-FEIRA: São João Paulo II, Papa e Confessor 15h-18h40 – Adoração do Santíssimo e Confissões no Oratório São José. 18h45 – Bênção do Santíssimo Sacramento. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 23 – SEXTA-FEIRA: Santo Antônio Maria Claret, Bispo e Confessor 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José. DIA 24 – SÁBADO: São Rafael Arcanjo Na Diocese de Divinópolis: Divinópolis 9h – Confissões na igreja NSra. do Carmo. 9h30 – Santo Terço e Ladainha. 10h – Santa Missa na igreja NSra. do Carmo. Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 16h – Reunião da Pia União das Filhas de Maria no Oratório São José. 17h – Casamento. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 25 – DOMINGO: CRISTO REI Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 7h – Santo Rosário, Ladainha e Confissões na Capela NSra. do Líbano. 8h – Santa Missa Cantada na Capela NSra. do Líbano. 9h20-9h40 – Café. 9h45-10h45 – Catequese por turmas. 10h45 – Recolhimento Espiritual dos Corais, no Oratório São José. 17h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 17h30 – Canto do Ofício de Vésperas. 18h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. Na Arquidiocese de Mariana: Itaverava 16h – Confissões na Capela São Geraldo. 16h30 – Santo Terço e Ladainha na Capela São Geraldo. 17h – Santa Missa na Capela São Geraldo.   DIA 26 – SEGUNDA-FEIRA: Féria 18h30 – Ofício das Almas no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 27 – TERÇA-FEIRA: Féria 6h – Santa Missa no Oratório São José. Reunião do Clero da Forania. Não haverá Confissões pela manhã no Oratório. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 28 – QUARTA-FEIRA: São Simão e São Judas Tadeu, Apóstolos 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 18h30 – Ofício de São José no Oratório. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 29 – QUINTA-FEIRA: Féria 6h – Santa Missa no Oratório São José. 15h-18h40 – Adoração do Santíssimo e Confissões no Oratório São José. 18h45 – Bênção do Santíssimo Sacramento. 19h – Santa Missa no Oratório São José. 22h às 5h30 – Adoração Noturna no Oratório. Às 22h inicia a Adoração Noturna no Oratório. As equipes de adoradores se revezam a cada hora (quem desejar pode ficar vários horários ou a noite inteira), encerrando com a Bênção do Santíssimo, na sexta-feira, às 5h30, na Capela. Quem desejar pode entrar no grupo da Adoração Noturna.   DIA 30 – SEXTA-FEIRA: Féria 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 31 – SÁBADO: Santa Maria no Sábado Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 10h – Formação para os Catequistas (online). 16h – Batizados na Capela NSra. do Líbano (inscrição na Secretaria). 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.       Dia especial do mês para se fazer orações pela santificação dos sacerdotes. Devoção da 1ª Sexta-feira do mês em reparação ao Sagrado Coração de Jesus. Devoção do 1º Sábado em desagravo dos pecados dirigidos ao Imaculado Coração de Maria. O Rosário é composto de três Terços. Entrada da Cruzada Eucarística Infantil. Entrada do Apostolado da Oração. Entrada da Pia União das Filhas de Maria.   [...] Leia mais...
31 de agosto de 20260:00 ANO VII / Nº 79 Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney em Belo Horizonte PROGRAMAÇÃO SETEMBRO 2026 MÊS DA BÍBLIA   DIA 1 – TERÇA-FEIRA: Féria 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel.   DIA 2 – QUARTA-FEIRA: Santo Estêvão, Rei e Confessor 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 18h30 – Ofício de São José no Oratório. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel.   DIA 3 – QUINTA-FEIRA: São Pio X, Papa e Confessor 1ª Quinta-feira 6h – Santa Missa no Oratório São José. 15h-18h40 – Adoração do Santíssimo e Confissões no Oratório São José. 18h45 – Bênção do Santíssimo Sacramento. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel.   DIA 4 – SEXTA-FEIRA: Féria 1ª Sexta-feira 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões e Orações em reparação ao Sagrado Coração de Jesus na Capela NSra. do Líbano. 19h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano.   DIA 5 – SÁBADO: São Lourenço Justiniano, Bispo e Confessor 1º Sábado Na Diocese de Divinópolis: Itaúna 9h – Confissões na igreja NSra. do Rosário. 9h30 – Santo Terço e Ladainha. 10h – Santa Missa na igreja NSra. do Rosário. Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 16h – Confissões e Orações em desagravo ao Imaculado Coração de Maria na Capela NSra. do Líbano. 17h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano.   DIA 6 – DOMINGO: XV DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 7h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 7h15 – Santo Terço e Ladainha na Capela NSra. do Líbano. 8h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. 9h20-9h40 – Café. 9h45-10h45 – Catequese por turmas. 17h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 18h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. Na Arquidiocese de Mariana: Itaverava 16h – Confissões na Capela São Geraldo. 16h30 – Santo Terço e Ladainha na Capela São Geraldo. 17h – Santa Missa na Capela São Geraldo.   DIA 7 – SEGUNDA-FEIRA: Féria Reunião do Clero da Administração Apostólica: – Não haverá atendimento dos Padres. – Feriado: a Secretaria não atenderá.   DIA 8 – TERÇA-FEIRA: Natividade de Nossa Senhora Reunião do Clero da Administração Apostólica: – Não haverá atendimento dos Padres. – A Secretaria atenderá normalmente.   DIA 9 – QUARTA-FEIRA: Féria Reunião do Clero da Administração Apostólica: – Não haverá atendimento dos Padres. – A Secretaria atenderá normalmente.   DIA 10 – QUINTA-FEIRA: São Nicolau de Tolentino, Confessor 15h-18h40 – Adoração do Santíssimo e Confissões no Oratório São José. 18h45 – Bênção do Santíssimo Sacramento. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel.   DIA 11 – SEXTA-FEIRA: Féria 6h – Santa Missa no Oratório São José. Não haverá Confissões no Oratório pela manhã. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel.   DIA 12 – SÁBADO: Santíssimo Nome de Maria Na Diocese de Divinópolis: Divinópolis 9h – Confissões na igreja NSra. do Carmo. 9h30 – Santo Terço e Ladainha. 10h – Santa Missa na igreja NSra. do Carmo. Na Arquidiocese de Belo Horizonte: Dia de Retiro da Congregação Mariana. 16h – Reunião do Apostolado da Oração no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José. 1º dia do Tríduo de Nossa Senhora da Piedade.   DIA 13 – DOMINGO: XVI DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 7h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 7h15 – Santo Terço e Ladainha na Capela NSra. do Líbano. 8h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. 9h20-9h40 – Café. 9h45-10h45 – Catequese por turmas. 17h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 18h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. 2º dia do Tríduo de Nossa Senhora da Piedade. Na Arquidiocese de Mariana: Itaverava 16h – Confissões na Capela São Geraldo. 16h30 – Santo Terço e Ladainha na Capela São Geraldo. 17h – Santa Missa na Capela São Geraldo.   DIA 14 – SEGUNDA-FEIRA: Exaltação da Santa Cruz 18h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 19h – Santa Missa Cantada na Capela NSra. do Líbano. 3º dia do Tríduo de Nossa Senhora da Piedade.   DIA 15 – TERÇA-FEIRA: Nossa Senhora das Dores 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 19h – Renovação dos Congregados Marianos e Santa Missa Cantada na Capela NSra. do Líbano.   DIA 16 – QUARTA-FEIRA: São Cornélio, Papa e Mártir, e São Cipriano, Bispo e Mártir 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 18h30 – Ofício de São José no Oratório. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel.   DIA 17 – QUINTA-FEIRA: Féria 6h – Santa Missa no Oratório São José. 15h-18h40 – Adoração do Santíssimo e Confissões no Oratório São José. 18h45 – Bênção do Santíssimo Sacramento. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel.   DIA 18 – SEXTA-FEIRA: São José de Cupertino, Confessor 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel.   DIA 19 – SÁBADO: São Januário, Bispo e Mártir Na Diocese de Divinópolis: Itaúna 9h – Confissões na igreja NSra. do Rosário. 9h30 – Santo Terço e Ladainha. 10h – Santa Missa na igreja NSra. do Rosário. Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 17h – Catequese batismal para Pais e Padrinhos no Oratório São José (inscrição na Secretaria do OSJ). 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 20 – DOMINGO: XVII DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 7h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 7h15 – Santo Terço e Ladainha na Capela NSra. do Líbano. 8h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. 9h20-9h40 – Café. 9h45-10h45 – Catequese por turmas. 10h45 – Recolhimento Espiritual dos Corais, no Oratório São José. 17h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 18h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. Na Arquidiocese de Mariana: Itaverava 16h – Confissões na Capela São Geraldo. 16h30 – Santo Terço e Ladainha na Capela São Geraldo. 17h – Santa Missa na Capela São Geraldo.   DIA 21 – SEGUNDA-FEIRA: São Mateus, Apóstolo e Evangelista 18h30 – Ofício das Almas no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel.   DIA 22 – TERÇA-FEIRA: São Tomás de Vilanova, Bispo e Confessor 6h – Santa Missa no Oratório São José. Reunião do Clero RENSC. Não haverá Confissões pela manhã no Oratório. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel.   DIA 23 – QUARTA-FEIRA: Quatro Têmporas 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 18h30 – Ofício de São José no Oratório. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel.   DIA 24 – QUINTA-FEIRA: Féria 6h – Santa Missa no Oratório São José. 15h-18h40 – Adoração do Santíssimo e Confissões no Oratório São José. 18h45 – Bênção do Santíssimo Sacramento. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel. 22h às 5h30 – Adoração Noturna no Oratório. Às 22h inicia a Adoração Noturna no Oratório. As equipes de adoradores se revezam a cada hora (quem desejar pode ficar vários horários ou a noite inteira), encerrando com a Bênção do Santíssimo, na sexta-feira, às 5h30, na Capela. Quem desejar pode entrar no grupo da Adoração Noturna.   DIA 25 – SEXTA-FEIRA: Quatro Têmporas 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel.   DIA 26 – SÁBADO: Quatro Têmporas Na Diocese de Divinópolis: Divinópolis 9h – Confissões na igreja NSra. do Carmo. 9h30 – Santo Terço e Ladainha. 10h – Santa Missa na igreja NSra. do Carmo. Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 10h – Formação para os Catequistas (online). 16h – Reunião da Pia União das Filhas de Maria no Oratório São José. 16h – Batizados na Capela NSra. do Líbano (inscrição na Secretaria). 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel.   DIA 27 – DOMINGO: XVIII DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 7h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 7h15 – Santo Terço e Ladainha na Capela NSra. do Líbano. 8h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. 9h20-9h40 – Café. 9h45-10h45 – Catequese por turmas. 17h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 17h30 – Canto do Ofício de Vésperas na Capela NSra. do Líbano. 18h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. Na Arquidiocese de Mariana: Barbacena 16h – Confissões na igreja NSra. do Rosário. 16h30 – Santo Terço e Ladainha na igreja NSra. do Rosário. 17h – Santa Missa na igreja NSra. do Rosário.   DIA 28 – SEGUNDA-FEIRA: São Wenceslau, Duque e Mártir 18h30 – Ofício das Almas no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel.   DIA 29 – TERÇA-FEIRA: Dedicação de São Miguel Arcanjo 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 19h – Santa Missa Cantada na Capela NSra. do Líbano.   DIA 30 – QUARTA-FEIRA: São Jerônimo, Presbítero, Confessor e Doutor da Igreja 6h – Santa Missa no Oratório São José. Reunião do Clero da Forania. Não haverá Confissões pela manhã no Oratório. 18h – Confissões no Oratório São José. 18h30 – Ofício de São José no Oratório. 19h – Santa Missa no Oratório São José.       Dia especial do mês para se fazer orações pela santificação dos sacerdotes. Devoção da 1ª Sexta-feira do mês em reparação ao Sagrado Coração de Jesus. Devoção do 1º Sábado em desagravo dos pecados dirigidos ao Imaculado Coração de Maria. Entrada da Cruzada Eucarística Infantil. Entrada do Apostolado da Oração. Entrada da Congregação Mariana. Entrada da Pia União das Filhas de Maria. [...] Leia mais...
31 de julho de 20260:00 A BATINA: Origem, desenvolvimento, legislação, significado e valor pastoral   Introdução Entre os sinais mais conhecidos do sacerdócio católico encontra-se a batina. Durante séculos, ela acompanhou o sacerdote no altar, no confessionário, nas visitas aos enfermos, nas escolas, nas ruas, nas missões e até nos campos de batalha. Sua presença recordava silenciosamente que, no meio do povo, havia um homem consagrado ao serviço de Deus e das almas. Nas últimas décadas, porém, o uso da batina diminuiu em muitos lugares. Passou-se, então, a considerá-la, por vezes, uma simples preferência pessoal, uma recordação de tempos passados ou até um obstáculo à proximidade pastoral. Essa compreensão não corresponde inteiramente à história nem à disciplina da Igreja. Embora a legislação atual não imponha a batina como a única forma possível de traje eclesiástico, ela continua sendo reconhecida como a veste clerical por excelência e como forma particularmente conveniente de manifestar a identidade sacerdotal. Conhecer sua origem, seu desenvolvimento e seu significado permite compreender que a batina não é uma fantasia, um adereço honorífico nem um sinal de superioridade social. É uma veste de serviço, disciplina, consagração e testemunho. I – O que é a batina A batina é uma veste eclesiástica longa, geralmente fechada na parte da frente com botões e estendendo-se até os tornozelos. Por essa razão, recebe também o nome de veste talar, expressão proveniente do latim vestis talaris: veste que chega aos tali, isto é, aos tornozelos. No uso romano, a batina ordinária do sacerdote é tradicionalmente preta. Sobre ela podem ser colocadas, conforme a função exercida, a sobrepeliz, o roquete ou os paramentos litúrgicos. Ela deve, contudo, ser distinguida desses paramentos. A casula, a estola, a alva e o pluvial são vestes propriamente litúrgicas; a batina é, antes de tudo, uma veste eclesiástica ordinária, que identifica exteriormente aquele que pertence ao estado clerical. A batina não é, portanto, uma veste do culto, mas a veste habitual do clérigo. Seu significado ultrapassa o âmbito estritamente litúrgico. Ela acompanha o sacerdote em sua vida comum e manifesta que seu sacerdócio não se limita aos momentos em que exerce determinada função no altar. A quantidade de botões, o formato das mangas e outros pormenores podem variar segundo os países, os costumes e os modelos de confecção. Dependendo do ofício exercido pelo sacerdote, a batina pode mudar de cor e/ou ser filetada e adquirir outros adornos ligados ao ofício. Embora algumas explicações piedosas associem os botões aos anos da vida terrena de Nosso Senhor ou a outros mistérios da Fé, tais interpretações não pertencem à legislação universal da Igreja, são apenas aplicações espirituais e piedosas. O significado essencial da batina encontra-se em sua condição de veste eclesiástica, e não em detalhes acidentais de sua fabricação. II – A origem da batina Nos primeiros séculos do Cristianismo, não existia uma veste cotidiana única e universalmente padronizada para todos os clérigos. Estes usavam, em geral, roupas semelhantes às vestes honestas dos demais homens de seu tempo. Não se deve, portanto, imaginar que os Apóstolos ou os primeiros presbíteros vestissem a batina em sua forma moderna. A origem remota da batina encontra-se nas antigas túnicas compridas usadas no mundo greco-romano. Quando, após as invasões germânicas, a moda civil ocidental passou a adotar túnicas mais curtas e vestes próprias dos povos do Norte, o clero, porém, conservou a antiga túnica longa de tradição romana. Aquilo que anteriormente era uma veste comum tornou-se, aos poucos, um elemento distintivo do estado clerical. Um marco importante desse desenvolvimento encontra-se no Concílio de Braga, celebrado no ano de 572. Seus cânones determinaram que os clérigos usassem a vestis talaris, isto é, uma túnica que chegasse até os pés. Essa disposição não criou imediatamente a batina em sua forma atual, mas demonstra que, já no século VI, a Igreja se preocupava com a dignidade, a modéstia e a extensão da veste clerical. A batina nasceu, portanto, de um processo gradual. Não foi inventada de uma só vez por determinado Papa, Concílio ou fundador religioso. Ela resultou da conservação da veste longa antiga, da progressiva diferenciação entre o clero e os leigos e das normas eclesiásticas destinadas a preservar a dignidade exterior dos ministros sagrados. III – O desenvolvimento histórico da veste clerical Durante a Idade Média, numerosos concílios e sínodos determinaram que os clérigos evitassem roupas luxuosas, militares, extravagantes ou demasiadamente semelhantes às modas mundanas. A preocupação da Igreja não era apenas estabelecer um uniforme, mas impedir que a aparência exterior contradissesse a sobriedade e a dignidade próprias do estado clerical. Por isso, o IV Concílio de Latrão, em 1215, determinou que as vestes exteriores dos clérigos fossem fechadas, nem excessivamente curtas nem exageradamente longas. Proibiu também cores e ornamentos considerados extravagantes, sapatos ostensivos e outros elementos incompatíveis com a modéstia eclesiástica. Na Idade Média, a vestis talaris ainda não possuía necessariamente a forma atual, com uma longa abertura frontal abotoada. Muitas vezes era uma túnica inteiriça, sobre a qual se usavam outros mantos ou capas. Com o passar do tempo, especialmente entre os séculos XV e XVII, seu feitio se aproximou progressivamente da batina atual. O Concílio de Trento reafirmou vigorosamente a necessidade de uma veste própria para o clero. Na XIV Sessão, realizada em 1551, o Concílio reconheceu que “o hábito não faz o monge”, mas acrescentou que os clérigos deviam usar vestes convenientes ao próprio estado, de modo que a dignidade exterior manifestasse a retidão dos costumes interiores. O princípio tridentino é equilibrado: a veste, sozinha, não torna santo aquele que a usa; contudo, a vida interior e a condição eclesiástica devem possuir uma expressão exterior coerente. No final do século XVI e no início do século XVII, a disciplina tornou-se mais uniforme. Em 1589, durante o pontificado de Sisto V, reforçou-se o uso da veste talar entre os clérigos. Em 1624, uma determinação promulgada sob Urbano VIII regulou mais detalhadamente sua extensão, a sobriedade das cores, o uso da faixa e a ausência de ornamentos excessivos. A partir desse período, consolidou-se a forma da batina romana: longa, sóbria, ajustada ao corpo e fechada na frente. As cores e os detalhes passaram a indicar, conforme as normas e costumes, diferentes graus da hierarquia. Para os sacerdotes, permaneceu ordinariamente a cor preta; para os prelados, bispos e cardeais, foram previstos determinados filetes, botões, faixas e cores próprias. O Código de Direito Canônico de 1917 reuniu a antiga disciplina no cânon 136. Todos os clérigos deveriam usar um traje eclesiástico decoroso, de acordo com os costumes legítimos e as determinações do Ordinário local. A obrigação do traje eclesiástico foi, portanto, formalmente incorporada à primeira codificação geral do direito da Igreja latina. IV – A legislação atual A norma universal O atual Código de Direito Canônico, promulgado em 1983, estabelece no cânon 284: “Os clérigos usem traje eclesiástico conveniente, segundo as normas estabelecidas pela Conferência Episcopal e segundo os legítimos costumes dos lugares.” A formulação é breve, mas contém uma verdadeira obrigação jurídica. O cânon não diz simplesmente que o traje eclesiástico é aconselhável ou facultativo. Emprega uma forma preceptiva: os clérigos usem traje eclesiástico conveniente. Isso não significa, porém, que qualquer roupa comum possa ser considerada traje clerical. A veste deve ser reconhecivelmente eclesiástica. O sacerdote não cumpre o sentido da norma simplesmente usando uma roupa discreta ou social idêntica à de qualquer leigo. O cânon 288 estabelece que a obrigação do cânon 284 não vincula, por si mesma, os diáconos permanentes, salvo determinação do direito particular. Essa exceção não se aplica aos presbíteros, aos bispos nem aos diáconos que se encaminham ao sacerdócio. Os sacerdotes religiosos devem observar também o direito próprio de seu instituto. Quando o instituto possui hábito próprio, esse hábito constitui o sinal ordinário da consagração religiosa. Os religiosos clérigos pertencentes a um instituto sem hábito próprio devem usar o traje clerical segundo o cânon 284. O Diretório para o Ministério e a Vida dos Presbíteros O Diretório para o Ministério e a Vida dos Presbíteros, publicado pela Congregação para o Clero em nova edição em 2013, dedica o número 61 à “Importância e obrigatoriedade do hábito eclesiástico”. O documento determina que o sacerdote e o diácono transitório usem o hábito talar ou outro traje eclesiástico decoroso, de acordo com as normas da Conferência Episcopal. Quando não for usada a batina, a veste escolhida deve ser diferente da maneira de vestir dos leigos e adequada à dignidade e à sacralidade do ministério. O Diretório acrescenta que práticas contrárias ao espírito dessa disciplina não podem ser consideradas costumes legítimos. Em outras palavras, o abandono difundido do traje eclesiástico não se transforma automaticamente em costume aprovado pela Igreja. Salvas as situações verdadeiramente excepcionais, o não uso do hábito clerical pode revelar uma compreensão enfraquecida da identidade pastoral do sacerdote. O mesmo documento declara que a veste talar é especialmente oportuna, pois distingue claramente o sacerdote do leigo, manifesta o caráter sagrado de seu ministério e recorda ao próprio presbítero que ele é sempre sacerdote, chamado a ensinar, guiar, santificar e servir. A legislação da CNBB No Brasil, a legislação complementar da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil estabelece, a respeito do cânon 284: “Usem os clérigos um traje eclesiástico digno e simples, de preferência o ‘clergyman’ ou ‘batina’.” A norma brasileira, portanto, reconhece expressamente duas formas preferenciais de traje eclesiástico: o clergyman e a batina. Dessa legislação podem ser extraídas duas conclusões. Primeiramente, o uso de traje eclesiástico não é mera devoção privada, mas uma obrigação disciplinar. Em segundo lugar, no Brasil a batina é explicitamente reconhecida e recomendada como forma adequada de cumpri-la. A batina é, assim, mais do que uma possibilidade tolerada. Ela constitui uma das formas indicadas pela própria Conferência Episcopal para o traje ordinário dos clérigos no Brasil. Recentemente a Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, em seu Diretório Litúrgico-Pastoral, sobre a veste cotidiana do seu Clero, determinou: “Os sacerdotes e diáconos da Administração Apostólica são obrigados a usar habitualmente a veste talar, que pode ser negra ou de cor clara. Aos sacerdotes é permitido o uso da ‘romeira’ ou ‘peregrineta’ sobre a batina”. V – O significado da batina Sinal de pertença a Deus A batina manifesta exteriormente uma realidade anterior e mais profunda: a consagração recebida pelo sacramento da Ordem. O sacerdote foi separado, não para se isolar dos homens, mas para ser inteiramente destinado ao serviço de Cristo e de sua Igreja. O Diretório chama a veste talar de “sinal exterior de uma realidade interior”. O sacerdote não pertence mais exclusivamente a si mesmo. Seu tempo, seus talentos e sua vida foram colocados ao serviço de Deus e das almas. A batina proclama silenciosamente essa pertença. Ela não confere o sacerdócio, nem aumenta por si mesma o caráter sacramental recebido na Ordenação. Manifesta, porém, de modo visível, uma realidade invisível. Assim como a aliança manifesta o vínculo matrimonial e o hábito religioso manifesta uma forma de consagração, a batina torna perceptível a identidade pública do ministro ordenado. Recordação permanente da identidade sacerdotal A veste clerical não se dirige apenas aos fiéis. Ela fala também ao próprio sacerdote. Ao vesti-la, ele se recorda de que não é sacerdote somente durante a Missa, no confessionário ou quando administra um sacramento. É sacerdote no caminho, na casa paroquial, no hospital, nas viagens, no lazer e nas diversas ocasiões da vida. Essa recordação exterior pode ajudar a combater uma visão meramente funcional do ministério. O sacerdócio não é uma profissão exercida durante determinado horário. É uma configuração sacramental permanente com Cristo Cabeça e Pastor. A batina recorda ao presbítero a necessidade de conservar, em todos os ambientes, uma conduta coerente com aquilo que ele é. Sinal de renúncia e sobriedade A cor preta da batina sacerdotal presta-se tradicionalmente a uma interpretação espiritual de renúncia, mortificação e sobriedade. O sacerdote é chamado a morrer para o espírito do mundo, não no sentido de desprezar a criação ou afastar-se das pessoas, mas de não viver segundo a vaidade, a ambição e a busca desordenada de si mesmo. A uniformidade da batina também diminui a preocupação excessiva com a moda e a exibição pessoal. Evidentemente, a própria veste eclesiástica pode ser usada com vaidade, luxo ou afetação. Por isso, é necessário o cuidado para não cair e outro perigo: tornar o sinal sagrado da batina em outro motivo de apego e vaidade, seja pela “marca” seja pelo preço ou qualquer outra circunstância. Por isso, a legislação brasileira exige que ela seja não somente digna, mas também simples. Seu valor está precisamente em unir decoro e sobriedade. Testemunho público da Fé Em carta ao Cardeal Ugo Poletti, São João Paulo II ensinou que o traje eclesiástico manifesta publicamente a identidade do sacerdote e sua especial pertença a Deus. Observou também que o mundo contemporâneo é particularmente sensível à linguagem das imagens e dos sinais exteriores. Por isso, a veste clerical pode servir à evangelização e conduzir as pessoas a pensar nas realidades espirituais que o sacerdote representa. A batina é uma pregação sem palavras. Mesmo quando o sacerdote não está falando, ela recorda a existência de Deus, da Igreja, dos sacramentos e da vida eterna. Em ambientes secularizados, onde quase todos os sinais do sagrado desapareceram, sua presença pode suscitar uma pergunta, uma lembrança, um exame de consciência ou até o desejo de se aproximar novamente da Igreja. VI – A conveniência e a utilidade de o sacerdote usar a batina Torna o sacerdote reconhecível A primeira utilidade pastoral é imediata: a batina permite que o sacerdote seja reconhecido. Em uma igreja, num hospital, numa estação, em um aeroporto ou numa rua, alguém que necessita de auxílio espiritual pode identificá-lo prontamente. Muitas pessoas não se aproximariam de um desconhecido para perguntar se ele é sacerdote. Ao vê-lo de batina, porém, sentem-se autorizadas a pedir uma bênção, uma confissão, uma oração ou uma orientação. Aquilo que alguns consideram uma barreira pode, na prática, tornar-se uma porta de acesso. É verdade que a proximidade pastoral depende sobretudo da caridade, da bondade e da disponibilidade do padre. Um sacerdote ríspido continuará distante mesmo vestido de batina. Todavia, a roupa comum torna sua presença invisível antes mesmo que ele tenha a oportunidade de demonstrar disponibilidade. A batina não substitui a acolhida, mas facilita o primeiro contato. Constitui uma forma de evangelização silenciosa A batina leva a presença visível da Igreja para além dos templos. Em muitos ambientes, uma pessoa pode passar meses sem ver um sacerdote claramente identificado. Quando o encontra, é obrigada ao menos por um instante a recordar aquilo que ele representa. Essa evangelização não é agressiva. O sacerdote não precisa interromper ninguém nem impor uma conversa religiosa. Sua simples presença apresenta discretamente uma realidade que o mundo frequentemente procura relegar ao âmbito privado: Deus existe, a Igreja está presente e os bens eternos possuem valor. São João Paulo II afirmou que o traje eclesiástico ajuda as pessoas a chegar ao Mistério do qual o sacerdote é portador. Não se trata de chamar a atenção para a personalidade do padre, mas de remeter para além dele, em direção a Cristo e à Igreja. Favorece a disponibilidade pastoral O sacerdote vestido de batina aceita ser encontrado. De algum modo, ele diz publicamente: “Sou padre e estou disponível para servir”. Essa exposição pode trazer incômodos, interrupções e solicitações inesperadas, mas essas dificuldades fazem parte da própria natureza do ministério. Um médico pode ser chamado diante de uma emergência; um policial uniformizado pode ser procurado por quem necessita de socorro. De maneira semelhante, o sacerdote reconhecível pode ser solicitado por uma alma em aflição. A batina torna mais difícil esconder-se, mas essa dificuldade contém precisamente uma de suas maiores riquezas pastorais. Protege a identidade e a conduta do sacerdote O traje clerical exerce também uma função ascética. Ele recorda ao sacerdote que seus atos podem edificar ou escandalizar não somente como ações privadas, mas como ações de alguém publicamente ligado à Igreja. Isso não significa viver preocupado apenas com as aparências. Significa reconhecer que o sacerdote possui responsabilidade pública. A batina pode ajudá-lo a evitar ambientes, comportamentos e familiaridades incompatíveis com seu estado. O Diretório afirma expressamente que o traje clerical serve como salvaguarda da pobreza e da castidade. A veste não elimina as tentações, mas estabelece uma fronteira visível. Ela recorda ao sacerdote e aos demais que sua vida possui uma orientação e compromissos próprios. Combate a redução do sacerdócio a uma profissão Uma das tentações contemporâneas consiste em considerar o padre como simples funcionário religioso: alguém que preside cerimônias, administra uma instituição e presta determinados serviços à comunidade. A batina contradiz essa concepção. Ela expressa que o ministério não é apenas algo que o padre faz, mas envolve aquilo que ele é. Ao usá-la também fora das cerimônias, o sacerdote testemunha a continuidade entre sua identidade sacramental, sua vida espiritual e sua ação pastoral. Não se trata de negar a humanidade do padre nem seu direito ao descanso, à amizade e à legítima vida privada. Trata-se de reconhecer que nenhuma dessas realidades apaga o caráter recebido na Ordenação. Manifesta continuidade com a Igreja A batina insere o sacerdote numa história que o precede. Ela foi usada por inúmeras gerações de bispos, missionários, párocos, educadores, capelães, mártires e santos. O padre que a veste não necessita considerar-se superior aos que usam outra forma legítima de traje clerical. Reconhece simplesmente que recebeu uma herança e deseja conservá-la. Essa continuidade é particularmente importante numa sociedade marcada pela ruptura, pela perda de memória e pela constante mudança de símbolos. O sacerdote não inventa sua missão nem sua identidade. Ele as recebe de Cristo por meio da Igreja. A batina torna visível essa recepção. Favorece a simplicidade de vida A batina pode constituir também um instrumento de simplicidade. Ela evita a necessidade de acompanhar continuamente as modas, multiplicar combinações de roupas ou demonstrar determinada condição econômica por meio do vestuário. Para cumprir essa finalidade, deve ser limpa, digna e bem conservada, mas sem luxo ou afetação. Uma batina suja ou negligenciada não manifesta pobreza; manifesta descuido. Uma batina excessivamente cara e ostensiva pode contradizer a sobriedade que deveria exprimir. A verdadeira dignidade encontra-se entre esses extremos. VII – Algumas objeções frequentes Afirma-se, por vezes, que o uso da batina distancia o sacerdote das pessoas. Essa possibilidade dependerá muito mais de sua atitude do que de sua veste. Um padre humilde, alegre e acessível não se torna distante por estar de batina. Ao contrário, sua identificação imediata pode facilitar a aproximação dos fiéis. Outros alegam que o clima torna seu uso impraticável. As condições climáticas devem ser consideradas com prudência, escolhendo-se tecidos, cortes e modelos adequados. O calor pode justificar adaptações razoáveis, mas não necessariamente a eliminação permanente de todo sinal eclesiástico. Há também situações excepcionais nas quais a prudência pode aconselhar que o sacerdote não use a batina: riscos concretos de perseguição, determinadas atividades físicas ou trabalhos incompatíveis com a veste longa, cuidados médicos e outras circunstâncias proporcionadas. O próprio Diretório admite situações excepcionais. A exceção legítima, contudo, não deve tornar-se regra habitual nem pretexto para a completa invisibilidade clerical. Finalmente, pode-se argumentar que a batina não garante a santidade. Isso é inteiramente verdadeiro. A história conheceu sacerdotes santos e pecadores que a usaram. Mas o fato de um sinal poder ser contradito por quem o porta não elimina seu valor. A solução para a incoerência não é suprimir o sinal, mas converter a vida para que corresponda ao que ele significa. Quanto mais claramente um homem se apresenta como sacerdote, maior é sua responsabilidade. A batina exige caridade, paciência, pureza, modéstia e zelo. Quando acompanhada dessas virtudes, torna-se luminosa; quando desmentida por uma vida indigna, aumenta o escândalo. Por isso, deve ser usada não como ornamento de vaidade, mas como compromisso cotidiano de fidelidade. Conclusão A batina nasceu da antiga veste talar conservada pelo clero e desenvolveu-se gradualmente como sinal distintivo do estado eclesiástico. Ao longo dos séculos, concílios, Papas e normas canônicas insistiram na necessidade de uma veste digna, sóbria e própria para os ministros da Igreja. A conveniência de seu uso não se reduz, portanto, ao gosto pelo antigo ou à preferência estética. A batina torna o sacerdote reconhecível, facilita sua disponibilidade, evangeliza silenciosamente, protege sua identidade, recorda-lhe seus deveres, favorece a sobriedade e manifesta sua pertença pública a Deus e à Igreja. Ela não deve ser uma muralha que separa o padre do povo, mas uma veste que o entrega mais visivelmente ao povo. Não deve servir para exigir honras, mas para oferecer serviço. Não significa que o sacerdote seja melhor que os outros homens, mas que sua vida foi destinada, por um título novo e particular, ao bem espiritual deles. A Igreja não pede um sacerdote escondido. Deseja um pastor humilde, santo, acessível e reconhecível. Quando usada com naturalidade, simplicidade e caridade, a batina não aprisiona o padre: recorda-lhe a quem pertence, protege sua vocação e anuncia silenciosamente Aquele que ele foi ordenado para representar.   A MINHA BATINA Bela em seu silêncio e compostura, traz no tecido a paz da vocação; não busca o brilho, o luxo ou a moldura, mas veste de sentido o coração.   No negro, a renúncia e a firmeza; no branco, a luz que aponta para o céu. Suas cores proclamam a beleza de quem se entrega e permanece fiel.   Simples nos traços, sóbria na aparência, guarda um mistério em cada movimento: é disciplina, amor e obediência, é prece costurada ao pensamento.   Quando nova, reservo-a para as festas; depois, comigo, enfrenta o dia a dia. Seja qual for sua idade ou composição, não muda a verdade que ela anuncia.   Surrada pelos anos de missão, caem-lhe, pouco a pouco, os seus botões; mas segue firme em sua pregação, dando-me, em silêncio, novas lições.   É minha identidade e meu chamado, sinal visível do que trago em mim; meu “sim”, a cada dia renovado, faz-me seguir sem medo até o fim.   Quantas almas, por ela, me encontraram, sabendo que um sacerdote passava; aos santos sacramentos se achegaram, e Deus lhes deu a graça que faltava.   É meu escudo em meio à tempestade, minha muralha contra a sedução; não por ocultar minha fragilidade, mas por lembrar a minha salvação.   Onde minha batina não pode entrar, não ousarei tomar outro vestido; minha entrega não hei de disfarçar, e depois concluo: “Que bom não ter ido!”   Ela é minha mortalha, austera veste, memória de que sou cinza e pó; enquanto aponta para a vida celeste, ensina-me a morrer — mas nunca só.   Batina: cruz que o corpo inteiro abraça, beleza simples, sóbria proteção; mortalha viva, revestida em graça, identidade da minha consagração.   Eu amo esta batina e nunca a tiro do peito, da memória e da oração; até no último instante em que respiro, há de envolver meu corpo e coração.   Findada esta existência dolente, com ela a Deus me apresentarei; se não me for dada a veste dos inocentes, por esta, penitente, outra receberei.       Bibliografia CONCÍLIO DE LATRÃO IV. Cânones do IV Concílio de Latrão. Roma, 1215. CONCÍLIO DE TRENTO. Sessão XIV: decreto sobre a reforma. Trento, 25 nov. 1551. CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL. Legislação complementar ao Código de Direito Canônico. Decretos n. 2/1986 e n. 4/1986. Brasília, DF: CNBB, 1986. CONGREGAÇÃO PARA O CLERO. Diretório para o ministério e a vida dos presbíteros. Nova edição. Cidade do Vaticano, 11 fev. 2013. IGREJA CATÓLICA. Codex Iuris Canonici Pii X Pontificis Maximi iussu digestus, Benedicti Papae XV auctoritate promulgatus. Roma: Typis Polyglottis Vaticanis, 1917. IGREJA CATÓLICA. Código de Direito Canônico. Promulgado por João Paulo II em 25 de janeiro de 1983. Cidade do Vaticano: Libreria Editrice Vaticana, 1983. JOÃO PAULO II, Papa. Carta ao Cardeal Vigário Ugo Poletti acerca do hábito eclesiástico. Cidade do Vaticano, 8 set. 1982. NAINFA, John Abel. Costume of prelates of the Catholic Church: according to Roman etiquette. Baltimore: John Murphy Company, 1909. THURSTON, Herbert. Clerical costume. In: HERBERMANN, Charles George et al. The Catholic Encyclopedia. New York: Robert Appleton Company, 1908. v. 4.         Sobre o desenvolvimento da túnica longa e da batina, cf. THURSTON, Herbert. Clerical Costume. Nos primeiros séculos, o clero não possuía necessariamente um traje cotidiano exclusivo. A diferenciação tornou-se mais clara quando os leigos adotaram vestes germânicas mais curtas e o clero conservou o modelo romano de túnica longa. O Concílio de Braga, em 572, prescreveu aos clérigos a vestis talaris. IV CONCÍLIO DE LATRÃO, cân. 16. O Concílio disciplinou a extensão, o fechamento, as cores e os ornamentos das vestes clericais. CONCÍLIO DE TRENTO, Sessão XIV, Decreto sobre a reforma, cap. VI. O texto afirma que, embora o hábito não faça o monge, o traje exterior deve corresponder à dignidade e à honestidade interior do clérigo. Sobre a legislação de Sisto V, de 1589, e as determinações promulgadas sob Urbano VIII, em 1624, cf. THURSTON, Herbert. Clerical Costume. CÓDIGO DE DIREITO CANÔNICO DE 1917, cân. 136, § 1. O cânon determinava que todos os clérigos usassem traje eclesiástico decoroso segundo os costumes legítimos e as prescrições do Ordinário. CÓDIGO DE DIREITO CANÔNICO, cân. 284. A redação vigente determina o uso de traje eclesiástico conveniente segundo as normas da Conferência Episcopal e os legítimos costumes locais. O cânon 288 exclui os diáconos permanentes de determinadas obrigações, entre elas a do cânon 284, salvo disposição do direito particular. CÓDIGO DE DIREITO CANÔNICO, cân. 669. Os religiosos devem usar o hábito do próprio instituto; os religiosos clérigos pertencentes a institutos sem hábito próprio devem observar o cânon 284. CONGREGAÇÃO PARA O CLERO. Diretório para o Ministério e a Vida dos Presbíteros, n. 61. O documento afirma a importância e obrigatoriedade do traje eclesiástico e rejeita a transformação de práticas contrárias em costumes legítimos. CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL. Legislação complementar ao cânon 284, aprovada pelos Decretos n. 2/1986 e n. 4/1986: “de preferência o ‘clergyman’ ou ‘batina’”. DIRETÓRIO LITÚRGICO-PASTORAL, n. 262. CONGREGAÇÃO PARA O CLERO. Diretório para o Ministério e a Vida dos Presbíteros, n. 61: o hábito talar é apresentado como “sinal exterior de uma realidade interior”. JOÃO PAULO II. Carta ao Cardeal Vigário Ugo Poletti, 8 set. 1982. O Pontífice relaciona o traje à identidade sacerdotal, ao testemunho público e à linguagem dos sinais. Na mesma carta, São João Paulo II ensina que a veste eclesiástica favorece a evangelização e facilita o acesso das pessoas ao mistério que o sacerdote representa. [...] Leia mais...
31 de julho de 20260:00 ANO VII / Nº 78 Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney em Belo Horizonte PROGRAMAÇÃO AGOSTO 2026 MÊS DAS VOCAÇÕES   DIA 1 – SÁBADO: Santa Maria no Sábado 1º Sábado Na Diocese de Divinópolis: Itaúna 9h – Confissões na igreja NSra. do Rosário. 9h30 – Santo Terço e Ladainha. 10h – Santa Missa na igreja NSra. do Rosário. Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 18h – Confissões e Orações em desagravo ao Imaculado Coração de Maria na Capela NSra. do Líbano. 19h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. 7º dia da Novena de São João Maria Vianney.   DIA 2 – DOMINGO: SOLENIDADE EXTERNA DE SÃO JOÃO MARIA VIANNEY, Confessor, Patrono principal da Administração Apostólica Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 7h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 7h15 – Santo Terço e Ladainha na Capela NSra. do Líbano. 8h – Santa Missa Cantada na Capela NSra. do Líbano. 9h20-9h40: Café 9h45-10h45: Catequese por turmas. 17h – Confissões no Oratório São José. 18h – Santa Missa no Oratório São José. 8º dia da Novena de São João Maria Vianney. Na Arquidiocese de Mariana: Itaverava 16h – Confissões na Capela São Geraldo. 16h30 – Santo Terço e Ladainha na Capela São Geraldo. 17h – Santa Missa na Capela São Geraldo.   DIA 3 – SEGUNDA-FEIRA: Féria 18h30 – Ofício das Almas no Oratório S. José. 19h – Santa Missa no Oratório S. José. 9º dia da Novena de São João Maria Vianney.   DIA 4 – TERÇA-FEIRA: SÃO JOÃO MARIA VIANNEY, Confessor, Patrono principal da Administração Apostólica 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 5 – QUARTA-FEIRA: Dedicação da Igreja de Nossa Senhora das Neves 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 18h30 – Ofício de São José no Oratório. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 6 – QUINTA-FEIRA: Transfiguração do Senhor 1ª Quinta-feira 6h – Santa Missa no Oratório São José. 15h-18h40 – Adoração do Santíssimo e Confissões no Oratório São José. 18h45 – Bênção do Santíssimo Sacramento. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 7 – SEXTA-FEIRA: São Caetano, Confessor 1ª Sexta-feira 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões e Orações em reparação ao Sagrado Coração de Jesus na Capela NSra. do Líbano. 19h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano.   DIA 8 – SÁBADO: São Domingos, Confessor Na Diocese de Divinópolis: Divinópolis 9h – Confissões na igreja NSra. do Carmo. 9h30 – Santo Terço e Ladainha. 10h – Santa Missa na igreja NSra. do Carmo. Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 16h – Reunião do Apostolado da Oração no Oratório. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 9 – DOMINGO: XI DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 7h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 7h15 – Santo Terço e Ladainha na Capela NSra. do Líbano. 8h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. Não haverá Catequese 17h – Confissões no Oratório São José. 18h – Santa Missa no Oratório São José. Na Arquidiocese de Mariana: Barbacena 16h – Confissões na igreja NSra. do Rosário. 16h30 – Santo Terço e Ladainha na igreja NSra. do Rosário. 17h – Santa Missa na igreja NSra. do Rosário.   DIA 10 – SEGUNDA-FEIRA: São Lourenço, Mártir 18h30 – Ofício das Almas no Oratório S. José. 19h – Santa Missa no Oratório S. José.   DIA 11 – TERÇA-FEIRA: Féria 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 12 – QUARTA-FEIRA: Santa Clara de Assis, Virgem 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 18h30 – Ofício de São José no Oratório. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 13 – QUINTA-FEIRA: Santa Dulce dos Pobres, Virgem 6h – Santa Missa no Oratório São José. 15h-18h40 – Adoração do Santíssimo e Confissões no Oratório São José. 18h45 – Bênção do Santíssimo Sacramento. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 14 – SEXTA-FEIRA: Vigília da Assunção 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 15 – SÁBADO: ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA Na Diocese de Divinópolis: Itaúna Não haverá Confissões nem Missa. Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 16h30 – Reunião da Congregação Mariana com Recepção de Aspirantes na Capela NSra. do Líbano. 18h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 19h – Santa Missa Cantada com Recepção de Congregados na Capela NSra. do Líbano. Quaresma de São Miguel em particular.   DIA 16 – DOMINGO: SOLENIDADE EXTERNA DA ASSUNÇÃO Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 7h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 7h15 – Santo Terço e Ladainha na Capela NSra. do Líbano. 8h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. 9h20-9h40: Café 9h45-10h45: Catequese por turmas. 9h45 – Catequese batismal para Pais e Padrinhos na Capela NSra. do Líbano (inscrição na Secretaria do OSJ). 17h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 17h30 – Canto das II Vésperas na Capela NSra. do Líbano. 18h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. Quaresma de São Miguel em particular. Na Arquidiocese de Mariana: Itaverava 16h – Confissões na Capela São Geraldo. 16h30 – Santo Terço e Ladainha na Capela São Geraldo. 17h – Santa Missa na Capela São Geraldo.   DIA 17 – SEGUNDA-FEIRA: São Jacinto, Confessor 18h30 – Ofício das Almas no Oratório S. José. 19h – Santa Missa no Oratório S. José. Quaresma de São Miguel.   DIA 18 – TERÇA-FEIRA: Féria 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel.   DIA 19 – QUARTA-FEIRA: São João Eudes, Confessor 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 18h30 – Ofício de São José no Oratório. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel.   DIA 20 – QUINTA-FEIRA: São Bernardo, Abade 6h – Santa Missa no Oratório São José. 15h-18h40 – Adoração do Santíssimo e Confissões no Oratório São José. 18h45 – Bênção do Santíssimo Sacramento. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel.   DIA 21 – SEXTA-FEIRA: Santa Joana Francisca Fremiot de Chantal 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel.   DIA 22 – SÁBADO: Imaculado Coração de Maria Na Diocese de Divinópolis: Divinópolis 9h – Confissões na igreja NSra. do Carmo. 9h30 – Santo Terço e Ladainha. 10h – Santa Missa na igreja NSra. do Carmo. Na Diocese de Mariana: Itaverava 11h – Início da Reunião e convivência da Pia União das Filhas de Maria na Capela São Geraldo até às 18h do dia 23.   Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 18h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 19h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. Quaresma de São Miguel.   DIA 23 – DOMINGO: XIII DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 7h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 7h15 – Santo Terço e Ladainha na Capela NSra. do Líbano. 8h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. 9h20-9h40: Café 9h45-10h45: Catequese por turmas. 10h-11h45: Café da manhã e Recolhimento Espiritual dos Corais (no Oratório S. José) 17h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 18h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. Quaresma de São Miguel. Na Arquidiocese de Mariana: Itaverava 16h – Confissões na Capela São Geraldo. 16h30 – Santo Terço e Ladainha na Capela São Geraldo. 17h – Santa Missa na Capela São Geraldo.   DIA 24 – SEGUNDA-FEIRA: São Bartolomeu, Apóstolo 18h30 – Ofício das Almas no Oratório S. José. 19h – Santa Missa no Oratório S. José. Quaresma de São Miguel.   DIA 25 – TERÇA-FEIRA: São Luís, Rei e Confessor 6h – Santa Missa no Oratório São José. Reunião do Clero da Forania: Não haverá confissões pela manhã no Oratório. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel.   DIA 26 – QUARTA-FEIRA: Féria 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 18h30 – Ofício de São José no Oratório. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel. Reunião do Conselho Econômico.   DIA 27 – QUINTA-FEIRA: Dedicação da Igreja Principal da AAPSJMV 6h – Santa Missa no Oratório São José. 15h-18h40 – Adoração do Santíssimo e Confissões no Oratório São José. 18h45 – Bênção do Santíssimo Sacramento. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel. 22h às 5h30 – Adoração Noturna no Oratório. Às 22h inicia a Adoração Noturna no Oratório. As equipes de adoradores se revezam a cada hora (quem desejar pode ficar vários horários ou a noite inteira), encerrando com a bênção do Santíssimo (na sexta-feira), às 5h30 na Capela. Quem desejar pode entrar no grupo da Adoração Noturna.   DIA 28 – SEXTA-FEIRA: Santo Agostinho, Bispo, Confessor e Doutor da Igreja 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Quaresma de São Miguel.   DIA 29 – SÁBADO: Degolação de São João Batista Na Diocese de Divinópolis: Divinópolis 9h – Confissões na igreja NSra. do Carmo. 9h30 – Santo Terço e Ladainha. 10h – Santa Missa na igreja NSra. do Carmo. Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 16h – Batizados na Capela NSra. do Líbano (inscrição na Secretaria). 16h – Reunião com os Catequistas (online). 18h – Confissões no Oratório S. José. 19h – Santa Missa no Oratório S. José. Quaresma de São Miguel.   DIA 30 – DOMINGO: SANTA ROSA DE LIMA, Virgem, Padroeira da América Latina Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 7h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 7h15 – Santo Terço e Ladainha na Capela NSra. do Líbano. 8h – Santa Missa Cantada na Capela NSra. do Líbano. 9h20-9h40: Café 9h45-10h45: Catequese por turmas. 17h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 18h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. Quaresma de São Miguel. Na Arquidiocese de Mariana: Itaverava 16h – Confissões na Capela São Geraldo. 16h30 – Santo Terço e Ladainha na Capela São Geraldo. 17h – Santa Missa na Capela São Geraldo.   DIA 31 – SEGUNDA-FEIRA: São Raimundo Nonato, Confessor 18h30 – Ofício das Almas no Oratório S. José. 19h – Santa Missa no Oratório S. José. Quaresma de São Miguel.     Devoção do 1º Sábado em desagravo dos pecados dirigidos ao Imaculado Coração de Maria. Entrada da Cruzada Eucarística. Dia especial do mês para se fazer orações pela santificação dos sacerdotes. Devoção da 1ª Sexta-feira do mês em reparação ao Sagrado Coração de Jesus. Entrada do Apostolado da Oração. Entrada da Congregação Mariana. Entrada da Pia União das Filhas de Maria. Entrada da Pia União das Filhas de Maria. [...] Leia mais...
1 de julho de 20260:00 ANO VII / Nº 77 Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney em Belo Horizonte PROGRAMAÇÃO JULHO 2026   DIA 1 – QUARTA-FEIRA: Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 18h30 – Ofício de São José no Oratório. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 2 – QUINTA-FEIRA: Visitação de Nossa Senhora 6h – Santa Missa no Oratório São José. 15h-18h40 – Adoração do Santíssimo e Confissões no Oratório São José. 18h45 – Bênção do Santíssimo Sacramento. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 3 – SEXTA-FEIRA: Santo Irineu, Bispo e Mártir 1ª Sexta-feira 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões e Orações em reparação ao Sagrado Coração de Jesus na Capela NSra. do Líbano. 19h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano.   DIA 4 – SÁBADO: Santa Maria no Sábado 1º Sábado Na Diocese de Divinópolis: Itaúna 9h – Confissões na igreja NSra. do Rosário. 9h30 – Santo Terço e Ladainha. 10h – Santa Missa na igreja NSra. do Rosário. Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 18h – Confissões e Orações em desagravo ao Imaculado Coração de Maria na Capela NSra. do Líbano. 19h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano.   DIA 5 – DOMINGO: VI DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 7h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 7h15 – Santo Terço e Ladainha na Capela NSra. do Líbano. 8h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. 9h20-9h40: Café 9h45-10h45: Catequese por turmas. 9h45 – Catequese batismal para Pais e Padrinhos na Capela NSra. do Líbano (inscrição na Secretaria do OSJ). 17h – Confissões no Oratório São José. 18h – Santa Missa no Oratório São José. Na Arquidiocese de Mariana: Itaverava 16h – Confissões na Capela São Geraldo. 16h30 – Santo Terço e Ladainha na Capela São Geraldo. 17h – Santa Missa na Capela São Geraldo.   DIA 6 – SEGUNDA-FEIRA: Santa Maria Goretti, Virgem e Mártir 18h30 – Ofício das Almas no Oratório S. José. 19h – Santa Missa no Oratório S. José.   DIA 7 – TERÇA-FEIRA: São Cirilo e São Metódio, Bispos e Confessores 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 8 – QUARTA-FEIRA: Santa Isabel, Rainha e Viúva 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 18h30 – Ofício de São José no Oratório. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 9 – QUINTA-FEIRA: Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus, Virgem 6h – Santa Missa no Oratório São José. 15h-18h40 – Adoração do Santíssimo e Confissões no Oratório São José. 18h45 – Bênção do Santíssimo Sacramento. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 10 – SEXTA-FEIRA: Santos Sete Irmãos Mártires, Santa Rufina e Santa Secunda, Virgens e Mártires 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 11 – SÁBADO: Santa Maria no Sábado Na Diocese de Divinópolis: Divinópolis 9h – Confissões na igreja NSra. do Carmo. 9h30 – Santo Terço e Ladainha. 10h – Santa Missa na igreja NSra. do Carmo. Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 16h – Batizados na Capela NSra. do Líbano. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 12 – DOMINGO: VII DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 7h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 7h15 – Santo Terço e Ladainha na Capela NSra. do Líbano. 8h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. 9h20-9h40: Café 9h45-10h45: Catequese por turmas. 9h45-10h45: Formação para os Coroinhas (auditório) 17h – Confissões no Oratório São José. 18h – Santa Missa no Oratório São José. Na Arquidiocese de Mariana: Barbacena 16h – Confissões na igreja NSra. do Rosário. 16h30 – Santo Terço e Ladainha na igreja NSra. do Rosário. 17h – Santa Missa na igreja NSra. do Rosário.   DIA 13 – SEGUNDA-FEIRA: Féria 18h30 – Ofício das Almas no Oratório S. José. 19h – Santa Missa no Oratório S. José.   DIA 14 – TERÇA-FEIRA: São Boaventura, Bispo e Confessor 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 15 – QUARTA-FEIRA: Santo Henrique, Confessor 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 18h30 – Ofício de São José no Oratório. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 16 – QUINTA-FEIRA: Nossa Senhora do Monte Carmelo 6h – Santa Missa no Oratório São José. 18h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 19h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano.   DIA 17 – SEXTA-FEIRA: Beato Inácio de Azevedo e Companheiros, Mártires 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 18 – SÁBADO: São Camilo de Lélis, Confessor Na Diocese de Divinópolis: Itaúna 9h – Confissões na igreja NSra. do Rosário. 9h30 – Santo Terço e Ladainha. 10h – Santa Missa na igreja NSra. do Rosário. Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 7h – Santa Missa no Oratório São José. 4º Arraiá do Oratório São José 🕓 Das 16h às 20h 🎟️ Ingresso: R$ 15,00 (dá direito a 1 cartela de bingo) 👧 Crianças até 14 anos não pagam. 📍 Local: Rua Hespéria, 300 – Aparecida, Belo Horizonte – MG Faça aqui sua inscrição!   DIA 19 – DOMINGO: VIII DOMINGO DE DEPOIS DE PENTECOSTES Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 7h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 7h15 – Santo Terço e Ladainha na Capela NSra. do Líbano. 8h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. Recesso da Catequese. 17h – Confissões no Oratório São José. 18h – Santa Missa no Oratório São José. Na Arquidiocese de Mariana: Itaverava 16h – Confissões na Capela São Geraldo. 16h30 – Santo Terço e Ladainha na Capela São Geraldo. 17h – Santa Missa na Capela São Geraldo.   DIA 20 – SEGUNDA-FEIRA: São Jerônimo Emiliano, Confessor Retiro Canônico do Clero da Administração Apostólica: – Não haverá atendimento dos Padres. – Recesso da Secretaria. Rezemos pelo nossos Padres para que façam um bom retiro espiritual!   DIA 21 – TERÇA-FEIRA: São Lourenço de Bríndisi, Confessor e Doutor da Igreja Retiro Canônico do Clero da Administração Apostólica: – Não haverá atendimento dos Padres. – Recesso da Secretaria. Rezemos pelo nossos Padres para que façam um bom retiro espiritual!   DIA 22 – QUARTA-FEIRA: Santa Maria Madalena, Penitente Retiro Canônico do Clero da Administração Apostólica: – Não haverá atendimento dos Padres. – Recesso da Secretaria. Rezemos pelo nossos Padres para que façam um bom retiro espiritual!   DIA 23 – QUINTA-FEIRA: Santo Apolinário, Bispo e Mártir Retiro Canônico do Clero da Administração Apostólica: – Não haverá atendimento dos Padres. – Recesso da Secretaria. Rezemos pelo nossos Padres para que façam um bom retiro espiritual!   DIA 24 – SEXTA-FEIRA: Féria Retiro Canônico do Clero da Administração Apostólica: – Não haverá atendimento dos Padres. – Recesso da Secretaria. Rezemos pelo nossos Padres para que façam um bom retiro espiritual!   DIA 25 – SÁBADO: São Tiago Maior, Apóstolo Na Diocese de Divinópolis: Divinópolis 9h – Confissões na igreja NSra. do Carmo. 9h30 – Santo Terço e Ladainha. 10h – Santa Missa na igreja NSra. do Carmo. Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 10h – Casamento. 16h – Casamento. 18h – Confissões no Oratório S. José. 19h – Santa Missa no Oratório S. José.   DIA 26 – DOMINGO: IX DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES Na Arquidiocese de Belo Horizonte: 7h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 7h15 – Santo Terço e Ladainha na Capela NSra. do Líbano. 8h – Santa Missa na Capela NSra. do Líbano. Recesso da Catequese. 17h – Confissões na Capela NSra. do Líbano. 17h30 – Canto das II Vésperas na Capela NSra. do Líbano. 18h – Santa Missa Cantada na Capela NSra. do Líbano. Na Arquidiocese de Mariana: Itaverava 16h – Confissões na Capela São Geraldo. 16h30 – Santo Terço e Ladainha na Capela São Geraldo. 17h – Santa Missa na Capela São Geraldo.   DIA 27 – SEGUNDA-FEIRA: Féria 18h30 – Ofício das Almas no Oratório S. José. 19h – Santa Missa no Oratório S. José.   DIA 28 – TERÇA-FEIRA: São Nazário e São Celso, Mártires, São Vitor I, Papa e Mártir, e Santo Inocêncio, Papa e Confessor 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.   DIA 29 – QUARTA-FEIRA: Santa Marta, Virgem 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 18h30 – Ofício de São José no Oratório. 19h – Santa Missa no Oratório São José. Reunião do Conselho Econômico.   DIA 30 – QUINTA-FEIRA: Féria 6h – Santa Missa no Oratório São José. 15h-18h40 – Adoração do Santíssimo e Confissões no Oratório São José. 18h45 – Bênção do Santíssimo Sacramento. 19h – Santa Missa no Oratório São José. 22h às 5h30 – Adoração Noturna no Oratório. Às 22h inicia a Adoração Noturna no Oratório. As equipes de adoradores se revezam a cada hora (quem desejar pode ficar vários horários ou a noite inteira), encerrando com a bênção do Santíssimo (na sexta-feira), às 5h30 na Capela. Quem desejar pode entrar no grupo da Adoração Noturna.   DIA 31 – SEXTA-FEIRA: Santo Inácio de Loyola, Confessor 6h – Santa Missa no Oratório São José. 9h-11h – Confissões no Oratório São José. 18h – Confissões no Oratório São José. 19h – Santa Missa no Oratório São José.           Devoção da 1ª Sexta-feira do mês em reparação ao Sagrado Coração de Jesus. Devoção do 1º Sábado em desagravo dos pecados dirigidos ao Imaculado Coração de Maria. Entrada da Cruzada Eucarística. Entrada do Apostolado da Oração. Entrada da Congregação Mariana. Entrada da Pia União das Filhas de Maria. [...] Leia mais...
12 de junho de 20260:00 Prepare-se para mais uma edição cheia de alegria junina em família!   O Oratório São José tem a alegria de anunciar o seu 4.º Arraiá. Venha celebrar as raízes da nossa fé e as tradições do São João em um ambiente familiar e acolhedor. O Arraiá será no dia 18 de julho de 2026, sábado, das 16h às 20h. O local é o mesmo de sempre: Rua Hespéria, 300 – Bairro Aparecida – Belo Horizonte/MG. A programação promete diversão para todos! Deliciosas comidas típicas, bebidas variadas, brincadeiras animadas e atividades para crianças e adultos. Um momento perfeito para unir a família na alegria da festa! Informações sobre Ingressos O ingresso custa apenas R$15,00 e deve ser adquirido até 12 de julho de 2026. Atenção: crianças menores de 14 anos não pagam! Compre seu ingresso de forma prática e online no site oficial: https://eventos.oratoriosaojosebh.org/. Lá você também encontra todas as informações da festa. Doações – Apoie nossa missão! Assim como nas edições anteriores, você pode contribuir com doações em dinheiro ou itens listados no site. Cada gesto de generosidade fortalece o apostolado do Oratório São José, ajudando a levar a alegria da fé para mais famílias. Sua semente gera frutos eternos! Não perca essa oportunidade de se divertir e apoiar o Oratório São José. Esperamos por você e sua família para um Arraiá abençoado e inesquecível! Confira abaixo algumas fotos da última edição:   [...] Leia mais...
10 de junho de 20260:00 TERÇA-FEIRA DA QUINQUAGÉSIMA O princípio fundamental da vida cristã consiste, segundo o Evangelho, em viver fora do mundo, separar-se dele, romper com ele. O mundo é esta terra infiel da qual Abraão, nosso modelo, se afastou por ordem de Deus; é esta Babilônia que nos acorrentou e cuja convivência está cheia de perigos para nós. O discípulo amado nos adverte, dizendo: “Não ameis o mundo nem o que há no mundo; o amor do Pai não está nele”1. O Salvador, abismo de misericórdia, ao oferecer seu Sacrifício por todos, deixou ouvir esta terrível palavra: “Não rogo pelo mundo”2. Nós mesmos não fomos assinalados com o selo glorioso e indelével do cristão senão depois de termos renunciado às obras e pompas do mundo; e mais de uma vez renovamos este solene compromisso. USO LEGÍTIMO DO MUNDO Que significa o que foi dito? Acaso devemos, para sermos cristãos, retirar-nos para um deserto e afastar-nos do convívio de nossos semelhantes? Não pode ser essa a intenção de Deus, pois, no mesmo livro em que nos ordena fugir do mundo e não amar o mundo, impõe-nos deveres para com os homens, sanciona e abençoa os laços que a disposição de sua providência selou entre eles e nós. Seu Apóstolo nos adverte: “Usemos deste mundo como se dele não usássemos”3. Não nos é vedado o uso deste mundo. Uma vez mais: que significa tudo isto? Haverá contradição na doutrina celestial, e estaremos, porventura, condenados a tatear nas trevas? Nada disso. Tudo se torna claro se nos dispusermos a considerar com atenção aquilo que nos rodeia. O mundo, entendendo por mundo os objetos que Deus criou em seu poder e bondade, este mundo visível que fez para sua glória e para nosso proveito, não é indigno de seu Autor; e, se somos fiéis, não é, na verdade, senão uma série de degraus ou escalões para nos elevarmos até Deus. Usemos de tudo isso com gratidão; atravessemos tudo isso sem fixar nele nossa esperança; não lhe consagremos um amor que só a Deus é devido; não esqueçamos nossos destinos imortais, que não se hão de cumprir aqui. O MUNDO PERVERSO Mas a maioria dos homens não tem essa prudência; seu coração se apega ao solo em vez de se elevar às alturas, de modo que, dignando-Se o Autor do mundo visitá-lo para salvá-lo, o mundo não quis conhecê-Lo4. Então o Senhor afrontou os homens ingratos com o apelativo de mundo, aplicando-lhes o nome do objeto de sua cobiça, porque fecharam os olhos à luz e se transformaram em trevas. O mundo, neste sentido mau, é, portanto, tudo o que se opõe a Jesus Cristo, tudo quanto se nega a reconhecê-Lo e a deixar-se guiar por Ele. O mundo é o conjunto de máximas que procuram apagar ou diminuir o impulso das almas para Deus; que recomendam como proveitoso tudo quanto cativa nosso coração com os laços desta vida frágil; que censuram ou rejeitam tudo quanto eleva o homem acima do imperfeito ou do naturalmente vicioso; que encontram ou seduzem nossa imprudência com o chamariz dos prazeres perigosos, os quais, longe de nos aproximarem de nosso fim eterno, nos deixam extraviados e desorientados do caminho reto. LUTA NECESSÁRIA E este mundo maldito está em toda parte e tem suas tramas sinuosas em nossos corações. Pelo pecado, impregnouse totalmente neste mundo exterior criado por Deus; é necessário vencê-lo e submetê-lo a nossos pés, se não queremos perecer com ele. Necessariamente havemos de ser seus inimigos ou seus escravos. Nos dias que atravessamos, ele triunfa e vê consolidado seu império sobre aqueles que um dia o anatematizaram: no dia em que se alistaram na milícia de Cristo. Compadeçamo-nos deles, roguemos por eles, tremamos por nós; e, para que nosso coração não desfaleça, meditemos nestes dias as consoladoras palavras do Salvador a respeito de seus discípulos, depois da última Ceia: “Meu Pai, Eu lhes dei a tua palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, como Eu mesmo não sou do mundo. Não te peço que os tires do mundo, mas que os guardes do mal”5.   1. I Jo. 2, 15. 2. Jo. 17, 6. 3. I Cor. 7, 31. 4. Jo. 1, 10. 5. Jo. 17, 14. [...] Leia mais...
2 de junho de 20260:00 XXIII DOMINGO DEPOIS DE PENTECOSTES Nos anos em que o número de Domingos depois de Pentecostes não passa de vinte e três, toma-se hoje a Missa do vigésimo quarto e último Domingo, e a assinalada para o vigésimo terceiro é dita no sábado da semana anterior ou no dia mais próximo que não esteja impedido por alguma festa dupla ou semidupla. Mas, em todo caso, o Antifonário termina hoje; o Introito, o Gradual, o Ofertório e a Comunhão que vêm a seguir deverão repetir-se em todos os Domingos sucessivos, mais ou menos numerosos segundo os anos, até o Advento. No tempo de São Gregório, o Advento era mais longo do que hoje e, por isso, suas semanas se antecipavam a parte do Ciclo ocupada agora pelos últimos Domingos depois de Pentecostes. Assim se explica a escassez de formulários para as Missas dominicais depois do Domingo vigésimo terceiro. A ANTIGA MISSA DO DOMINGO VIGÉSIMO TERCEIRO A Igreja, sem perder de vista antigamente, ainda neste Domingo, o desenlace final da história do mundo, voltava seu pensamento para a chegada, já próxima, do tempo consagrado a preparar seus filhos para a grande festa do Natal. Como Epístola, lia-se a seguinte passagem de Jeremias, que mais tarde serviu, em diversos lugares, para a Missa do primeiro Domingo do Advento: “Eis que vem o dia, diz o Senhor, em que suscitarei a Davi uma descendência justa. Reinará um Rei que será sábio e fará justiça e juízo na terra. Naqueles dias Judá será salvo e Israel habitará em paz; e o nome que darão a este Rei será: Senhor, nossa justiça. Por isso chega o tempo, diz o Senhor, em que já não se dirá: Vive o Senhor, que tirou da terra do Egito os filhos de Israel, mas: Vive o Senhor, que tirou e conduziu a linhagem de Israel da terra do aquilão e de todas as outras para onde os havia lançado, e os fez habitar em sua própria terra”1. A CONVERSÃO DOS JUDEUS Esta passagem, como se vê, aplica-se muito bem e igualmente à conversão dos judeus e à restauração de Israel anunciada para os últimos tempos. À sua luz explicam toda a Missa do Domingo vigésimo terceiro depois de Pentecostes os liturgistas mais ilustres da Idade Média. Mas, para compreendê-los bem, é preciso considerar que o Evangelho do Domingo vigésimo terceiro foi primitivamente o da multiplicação dos cinco pães. Cedamos a palavra ao piedoso e profundo abade Ruperto, que nos ensinará melhor que ninguém o mistério deste dia, em que terminam os acentos, tão variados até agora, das melodias gregorianas. “A Santa Igreja — diz ele — põe tanto zelo em fazer súplicas, orações e ações de graças por todos os homens, como pede o Apóstolo2, que se vê também dar graças pela salvação futura dos filhos de Israel, os quais ela sabe que um dia hão de unir-se ao seu corpo. E, com efeito, como no fim do mundo se salvará o resto desse povo3, a Igreja felicita-se por isso como por futuros membros. Recordando as profecias que a eles se referem, canta todos os anos no Introito: O Senhor diz: Meus pensamentos são pensamentos de paz e não de aflição. E, de fato, todos os seus pensamentos são pensamentos de paz, pois promete admitir ao banquete de sua graça os judeus, seus irmãos segundo a carne, realizando o que fora figurado na história do patriarca José. Os irmãos deste, que o haviam vendido, vieram a ele, acossados pela fome, quando seus domínios já se estendiam por toda a terra do Egito; ele os reconheceu e recebeu, e fez com eles um grande banquete. Do mesmo modo, Nosso Senhor, ao reinar sobre todo o mundo e alimentar abundantemente com o pão da vida os egípcios, isto é, os gentios, verá que os que restam dos filhos de Israel voltam a Ele; recebidos na graça d’Aquele a quem eles negaram e deram morte, os sentará à sua mesa, e o verdadeiro José beberá em abundância e com alegria entre seus irmãos. “O benefício desta mesa divina é significado no Evangelho do Ofício do Domingo, naquela passagem que narra como o Senhor alimentou a multidão com cinco pães. Então, com efeito, Jesus abrirá para os judeus os cinco livros de Moisés, levados agora como pães inteiros e ainda não partidos por um menino, isto é, por este mesmo povo que continua ainda na pobreza de espírito da infância. “Então se cumprirá o oráculo de Jeremias, tão oportunamente posto antes deste Evangelho; já não se dirá mais: Vive o Senhor, que tirou os filhos de Israel da terra do Egito, mas: Vive o Senhor, que os trouxe da terra do aquilão e de todas aquelas em que estavam dispersos. “Libertados, pois, da escravidão espiritual em que agora jazem, cantarão do fundo da alma a ação de graças assinalada no Gradual: Tu, ó Senhor, nos libertaste dos que nos perseguiam. “A súplica do Ofertório, na qual dizemos: Do fundo do abismo clamei a Ti, Senhor, responde manifestamente também às mesmas circunstâncias. Pois, naquele dia, seus irmãos dirão ao grande e verdadeiro José: Nós te conjuramos que esqueças o crime de teus irmãos4. “A Comunhão: Em verdade vos digo, tudo quanto pedirdes em vossas orações, e o que segue, é a resposta deste mesmo José, que dizia, como outrora o primeiro5: ‘Não temais. Vós pensastes fazer-me mal, mas Deus o converteu em bem, a fim de elevar-me como estais vendo e salvar muitos povos. Não temais, pois: eu vos alimentarei, a vós e a vossos filhos’”6. MISSA O abade Ruperto acaba de nos explicar o Introito. Este é tomado de Jeremias7, como a antiga Epístola deste Domingo. INTROITO – Diz o Senhor: Eu penso pensamentos de paz e não de aflição; vós me invocareis, e eu vos ouvirei; e vos farei voltar de vosso cativeiro em todos os lugares. — Salmo: Abençoastes, Senhor, a vossa terra; remistes o cativeiro de Jacó. V/. Glória ao Pai. A súplica de perdão repete-se continuamente na boca do povo cristão, porque a fragilidade da natureza arrasta continuamente neste mundo até mesmo o justo8. Deus conhece nossa miséria; seu perdão não tem fim, mas sob a condição da humilde confissão de nossas faltas e da confiança em sua bondade. Tais são os sentimentos que a Igreja exprime na Coleta do dia. COLETA – Suplicamo-vos, Senhor, que perdoeis os delitos de vossos povos, para que, por vossa benignidade, sejamos libertos dos laços dos pecados que contraímos por nossa fragilidade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo. EPÍSTOLA – Leitura da Epístola do Apóstolo São Paulo aos Filipenses Irmãos: Sede meus imitadores, e contemplai os que caminham conforme o modelo que tendes em mim. Porque há muitos, dos quais vos falei muitas vezes — e agora o repito chorando —, que caminham como inimigos da cruz de Cristo: cujo fim será a morte; cujo deus é o ventre; e sua glória será sua confusão, porque só amam o terreno. Ao contrário, nossa conversação está nos céus, de onde esperamos o Salvador, Nosso Senhor Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo humilde, tornando-o semelhante ao seu corpo glorioso, pelo poder que tem de submeter a Si todas as coisas. Portanto, meus irmãos caríssimos e tão desejados, minha alegria e minha coroa: permanecei assim no Senhor, caríssimos. Rogo a Evódia e suplico a Síntique que tenham o mesmo sentir no Senhor. Também te rogo a ti, fiel companheiro, que as ajudes, pois trabalharam comigo no Evangelho, juntamente com Clemente e os demais colaboradores meus, cujos nomes estão no livro da vida. O BOM EXEMPLO A Igreja é um templo admirável que se levanta para a glória do Altíssimo com o concurso das pedras vivas que devem entrar em seus muros9. A construção dessas muralhas sagradas, segundo um plano preconcebido pelo Homem-Deus, é obra de todos. O que um faz por meio da palavra10, outro o faz com o exemplo11; mas ambos constroem, ambos edificam a cidade santa. E, do mesmo modo que no tempo dos Apóstolos, a edificação pelo exemplo supera a outra em eficácia se a palavra não se apoia na autoridade de uma vida conforme ao Evangelho. Mas, como edificar os que o rodeiam é para o cristão uma obrigação fundada ao mesmo tempo na caridade para com o próximo e no zelo da casa de Deus, assim também deve buscar em outro, se não quiser pecar por presunção, a edificação para si mesmo. A leitura de bons livros, o estudo da vida dos santos, a observação — segundo a expressão de nossa Epístola —, a observação respeitosa dos bons cristãos que vivem ao seu lado, servir-lhe-ão de grande auxílio na obra da santificação pessoal e no cumprimento dos desígnios que Deus tem sobre ele. Esta relação de pensamentos com os eleitos da terra e do céu nos afastará dos maus que rejeitam a cruz de Jesus Cristo e só pensam nas satisfações vergonhosas dos sentidos. Ela, na verdade, centrará nossa conversação nos céus. E, esperando o dia, já próximo, da vinda do Senhor, permaneceremos firmes n’Ele, apesar do mau exemplo de tantos infelizes arrastados pela corrente que leva o mundo à perdição. A angústia e os sofrimentos dos últimos tempos só conseguirão aumentar em nós a santa esperança; pois despertarão cada vez mais em nós o desejo do momento solene em que o Senhor aparecerá para terminar a obra da salvação dos seus, revestindo também nossa carne do esplendor de seu corpo divino. Estejamos unidos, como pede o Apóstolo, e, quanto ao mais: Alegrai-vos sempre no Senhor, escreve ele aos seus queridos Filipenses; outra vez vos digo, alegrai-vos: o Senhor está perto12. GRADUAL – Libertastes-nos, Senhor, dos que nos afligiam, e confundistes os que nos odiavam. V/. Em Deus nos gloriaremos todo o dia, e louvaremos o vosso nome pelos séculos. Aleluia, aleluia – V/. Do profundo clamo a Vós, Senhor: Senhor, ouvi a minha oração. Aleluia. EVANGELHO – Continuação do santo Evangelho segundo São Mateus Naquele tempo, falando Jesus às multidões, eis que se aproximou um príncipe e O adorou, dizendo: Senhor, minha filha acaba de morrer; mas vinde, ponde sobre ela a vossa mão, e ela viverá. E, levantando-se Jesus, seguiu-o, e também os seus discípulos. E eis que uma mulher, que padecia de fluxo de sangue havia doze anos, aproximou-se por detrás e tocou a orla de sua veste. Pois dizia consigo mesma: Se eu tocar somente a sua veste, ficarei curada. Mas Jesus, voltando-se e vendo-a, disse: Confia, filha, a tua fé te salvou. E a mulher ficou curada desde aquele instante. E, tendo Jesus chegado à casa do príncipe, vendo os flautistas e a multidão aglomerada, disse: Retirai-vos, porque a menina não está morta, mas dorme. E riam-se d’Ele. E, expulsa a multidão, entrou, tomou-a pela mão, e a menina ressuscitou. E divulgou-se a notícia por toda aquela região. Embora a escolha deste Evangelho para hoje não remonte em todas as partes a grande antiguidade, ajusta-se bem à economia geral da santa Liturgia e confirma o que dissemos sobre o caráter desta parte do ano. São Jerônimo nos ensina, na Homilia do dia, que a hemorroíssa curada pelo Salvador figurou a gentilidade, e que a nação judaica está representada na filha do príncipe da sinagoga. Esta não devia voltar à vida senão depois do restabelecimento da primeira; e tal é precisamente o mistério que celebramos nestes dias, em que a totalidade das nações reconhece o Médico celestial, e a cegueira que padeceu Israel também cessa enfim. OS CAMINHOS DE DEUS Quão misteriosos e, ao mesmo tempo, quão suaves e fortes se nos apresentam os desígnios da Sabedoria eterna13, desde esta altura em que nos achamos, desde este ponto em que o mundo, chegado ao termo de seu destino, parece que só vai soçobrar por um instante para desprender-se dos ímpios e desdobrar-se de novo, transformado em luz e amor! O pecado, desde o princípio, rompeu a harmonia do mundo, lançando o homem para fora de seu caminho. Uma só nação havia atraído sobre si a misericórdia; mas, ao aparecer sobre ela, como sobre uma privilegiada, a luz, notou-se melhor a escuridão da noite em que se encontrava o gênero humano. As nações, abandonadas à sua miséria extenuante, viam que as atenções divinas eram para Israel, ao mesmo tempo que sentiam sobre si cada vez mais pesado o esquecimento. Ao cumprir-se o tempo em que o pecado original seria reparado, pareceu que também então se consumaria a reprovação dos gentios; pois se viu a salvação, descida do céu na pessoa do Homem-Deus, dirigir-se exclusivamente aos judeus e às ovelhas perdidas da casa de Israel14. A SALVAÇÃO DOS GENTIOS Contudo, a raça generosamente afortunada, cujos pais e primeiros príncipes haviam solicitado com tanto ardor a chegada do Messias, já não se encontrava à altura em que a haviam colocado os patriarcas e santos profetas. Sua religião, tão bela, fundada no desejo e na esperança, já não era senão uma expectativa estéril que a incapacitava para dar um passo adiante em busca do Salvador; sua lei, muito mal compreendida, depois de tê-la imobilizado, acabava por sufocá-la com os laços de um formalismo sectário. Ora, enquanto ela, apesar de sua culpável indolência, imaginava, em seu orgulho zeloso, conservar a herança exclusiva dos favores do alto, a gentilidade, cujo mal sempre crescente a induzia a buscar um libertador, reconheceu em Jesus o Salvador do mundo, e a confiança com que se adiantou mereceu-lhe ser curada primeiro. O aparente desprezo do Senhor serviu apenas para fortalecê-la na humildade, cujo poder penetra os céus15. A SALVAÇÃO DOS JUDEUS Israel também tinha de esperar. Como cantava o Salmo: a Etiópia se antecipara a estender primeiro suas mãos para Deus16. Nos sofrimentos de um abandono prolongado, Israel teve de reencontrar a humildade, graças à qual seus pais mereceram as promessas divinas e ele mesmo podia merecer seu cumprimento. Mas hoje a palavra da salvação ressoou por todas as nações, salvando todos quantos deviam sê-lo. Jesus, retardado em seu caminho, chega enfim à casa para a qual se dirigem seus passos, a esta casa de Judá, onde perdura ainda a apatia da filha de Sião. Sua onipotência misericordiosa afasta da pobre abandonada aquela turba confusa dos falsos doutores e dos profetas da mentira, que a mantinham adormecida com os acentos de suas palavras vãs; lança para longe dela, para sempre, esses insultadores de Cristo que pretendiam retê-la morta. Tomando a mão da enferma, devolve-a à vida com todo o esplendor de sua primeira juventude; assim prova de modo bem claro que sua morte aparente era apenas um sono, e que a sucessão dos séculos não podia prevalecer contra a palavra dada por Deus a Abraão, seu servo17. OFERTÓRIO – Do profundo clamo a Vós, Senhor: Senhor, ouvi a minha oração; do profundo clamo a Vós, Senhor. O cumprimento do serviço que devemos a Deus é, em si, muito inferior à Majestade soberana; mas o Sacrifício que diariamente dele faz parte o enobrece até o infinito e supre os méritos que nos faltam, como exprime a Secreta deste Domingo. SECRETA – Oferecemo-vos, Senhor, este sacrifício de louvor para corroborar nossa servidão, a fim de que completeis propício aquilo que concedestes aos indignos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo. COMUNHÃO – Em verdade vos digo: Tudo o que pedirdes na oração, crede que o recebereis, e vos será concedido. Admitidos a participar da vida divina nos Mistérios sagrados, pedimos ao Senhor que não fiquemos expostos aos perigos deste mundo. Digamos com a Igreja: PÓS-COMUNHÃO – Suplicamo-vos, ó Deus onipotente, que não permitais que continuem expostos aos perigos humanos aqueles a quem fazeis gozar de vossa divina participação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo. 1. Je. 23, 2-8. 2. I Tm. 2, 1. 3. Rm. 9, 27. 4. Gn. 50, 1-7. 5. Ibid. 50, 19-21. 6. Ruperto, De los Divinos Ofçios, XXII, 23. 7. Je. 29. 8. Prov. 24, 16. 9. Ef. 2, 20-22. 10. I Cor. 14, 3. 11. Rm. 14, 19. 12. Fl. 4, 4-5. 13. Sag. 8, 1. 14. Mt. 15, 24. 15. Ecl. 35, 21. 16. Sl. 67, 32. 17. Lc. 1, 54-55. [...] Leia mais...
2 de junho de 20260:00 CONCLUSÃO DO TEMPO DA SEPTUAGÉSIMA Já estão preparadas as nossas almas; a Igreja pode dar início à Quaresma. Durante as três semanas transcorridas, aprendemos a conhecer a miséria do homem decaído, a imensa necessidade de ser salvo por seu Autor divino, a justiça eterna contra a qual ousou rebelar-se o gênero humano, e o terrível castigo que foi fruto de tão grande ousadia; por fim, a aliança do Senhor, na pessoa de Abraão, com aqueles que, dóceis à sua voz, rejeitam as máximas de um mundo mentiroso e condenado. Vamos agora ver cumprirem-se os mistérios pelos quais foi cicatrizada a ferida de nossa lamentável queda, desarmada a justiça divina e superabundantemente derramada sobre nós a graça que nos redime do jugo de Satanás e do mundo. O Homem-Deus, cujas pegadas deixamos de seguir por breve espaço, vai oferecer-Se novamente à nossa vista, esmagado sob o peso de sua Cruz e depois imolado por nossa Redenção. A dolorosa Paixão que nossos pecados Lhe impuseram vai renovar-se diante de nossos olhos no aniversário mais solene. Alerta, pois, e purifiquemo-nos. Corramos valentemente pelo caminho da penitência; e que cada dia alivie mais e mais a carga com que nossos pecados nos oprimem. E, quando tivermos participado do cálice do Redentor por sentida compaixão de suas dores, nossos lábios, por longo tempo fechados aos cânticos de alegria, serão abertos pela Igreja, e nossos corações, subitamente transportados de júbilo inefável, entoarão o cântico pascal. [...] Leia mais...
1 de junho de 20260:00 SEGUNDA-FEIRA DA QUINQUAGÉSIMA O EXEMPLO DE ABRAÃO. — A vida do fiel cristão, a exemplo de Abraão, não é senão uma valorosa corrida para a morada que Deus Nosso Senhor lhe destinou. É-nos, pois, necessário renunciar a tudo quanto embaraça a marcha e não voltar o olhar para trás. Severa é esta doutrina; mas, se refletirmos um pouco sobre os perigos que aqui assediam o homem decaído, e sobre a experiência repetida por cada um de nós, deixaremos de nos admirar de que o Senhor faça consistir, como condição essencial de nossa salvação, a renúncia de nós mesmos. Por outro lado, somos bastante sensatos e corajosos para nos convencermos de que nos convém deixar que Deus ordene nossa vida, em vez de dispô-la segundo o nosso gosto? E, por fim, quaisquer que sejam nossas reclamações e resistências, Deus é nosso Senhor; e, se nos deixa a liberdade de resistir-lhe ou de segui-lo, não está disposto a abdicar nem a renunciar a seus direitos. Nossa recusa em obedecer-lhe compete somente a nós. Abraão era livre, ao ouvir o divino chamado, de permanecer na Caldeia e não empreender a emigração que desenraizava sua existência terrestre. Deus, então, escolheria outro homem a quem devolveria a honra de ser o pai do povo eleito e avô do Messias. Estas substituições são frequentes no campo da graça. Pelo fato de uma alma recusar a salvação, não há motivo para crer que por isso o céu perca um só de seus escolhidos. Deus, menosprezado por aquele a quem se dignara chamar, volta-se para outro que lhe será mais dócil. A vida cristã desenvolve-se inteiramente nesta absoluta dependência, levada até o fim. Em primeiro lugar, o espírito de submissão retira a alma do pecado e da morte em que definhava. Da névoa da Caldeia, transporta-a para a terra prometida; e, depois de encaminhá-la pela senda reta, temendo sua queda, mantém-na em contínuo exercício pelos sacrifícios que lhe exige. Aqui vemos também, como luz e guia, o exemplo de Abraão. Este ilustre amigo de Deus recebe em recompensa a mais estupenda promessa; um filho é o penhor dela, e, sem muita demora, para sondar o coração do santo Patriarca, Deus mesmo lhe manda imolar esse filho em quem se cifravam todas as suas esperanças. SAIR DO MAL. — Tal é o destino do homem na terra. Para sair do mal é necessário fazer esforços contra nós mesmos, e a perseverança no bem supõe lutas reiteradas. Levantemos, pois, os olhos para as colinas eternas e, a exemplo de Abraão, consideremos a morada deste mundo como uma tenda levantada por um dia. O Salvador disse: “Não vim trazer a paz à terra, mas a espada; vim separar, dividir”1. Devemos contar, certamente, com a provação; e, já que no-la impõe Aquele que nos amou até o extremo de fazer-se nosso semelhante, reconheçamos que ela nos é salutar. Também Ele disse: “Onde está o teu tesouro, aí está o teu coração”2. Podemos nós, ó cristãos, ter nosso tesouro nesta terra inferior a nós? Não pode ser. Nosso tesouro, portanto, está mais acima. Que mão humana poderá arrebatá-lo de nós? Tais pensamentos se oferecem à nossa consideração nestes últimos dias que precedem a santa Quaresma. É preciso, pois, purificar nosso coração e fazer que ele aspire a Deus. Peçamos que chegue a nós o reino de Deus, e também aos cegos pecadores, pedras que a poderosa misericórdia do Senhor pode transformar em filhos de Abraão, se lhe aprouver. Ele o realiza todos os dias; porventura o fez conosco, que, “depois de termos estado longe, estamos agora unidos a Deus no sangue de Jesus Cristo”3.   1. Mt. 10, 34. 2. Mt. 6, 21. 3. Ef. 2, 13. [...] Leia mais...

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